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Filosofia ao leite

Voltei para passear na casa dos meus pais e encontrei parte de mim, como se eu entrasse no DeLorean do filme De Volta Para o Futuro e abraçasse a pequena Tatita, já nerd e filósofa, mas que só bebia leite com Toddy. Essa tal nerdisse filosófica ao leite transbordava por papéis, em forma de desenhos e palavras que, de certa forma, representa e justifica quem sou.

Encontrei vários textos, alguns engraçados e outros sérios, mas puros; com palavras que não eram escolhidas propositalmente, sem metáforas, sem analogias, apenas que revelavam a maneira de pensar de uma criança de 7 a 9 anos.

A pequena Tatita

Não sou psicóloga, mas sempre quando vejo alguma criança desenhando, escrevendo ou lendo si-la-bi-ca-men-te um quadrinho, vejo plantar a semente da arte, arte de SER. Um desses textos que encontrei falava sobre liberdade. O que uma criança de 8 anos entende por liberdade? É. Por isso me chamou a atenção. Continue lendo

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Inspiração x Plágio!

Nada se cria e tudo se copia. Isso me faz lembrar das ideias da Lei de Conservação das Massas – “Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.  Lavoisier tinha razão e não foi à toa ser batizado como pai da química moderna. Entretanto, esse pensamento pode ser aplicado além dessa química, como em outro tipo, a química necessária no processo de criação da arte, por exemplo.

A discussão do processo criativo artístico é polêmica e desafiadora, pois a subjetividade alimenta visões particulares sobre a produção, o reconhecimento e a reprodução da arte. No cinema, na música, na pintura e em outras manifestações artísticas aparecem influências, algumas explícitas e outras discretas, mas sempre presentes.

Fonte: miguelmenezesblog.wordpress.com

Uma re-leitura, uma re-produção ou uma re-estruturação é um processo criativo porque, mesmo tomando como partido algumas ideias que não são inéditas, exige uma interpretação, uma análise para a reformulação de um ideal, por isso seu valor não pode ser subestimado. Mas, para usar esse prefixo “re –”, como em reproduzir, é necessário colocar em seguida uma “re-ferência”. Na natureza nada se cria e tudo se transforma, mas na arte tudo se cria, pois toda a transformação é um processo criativo e as referências estão sempre ali, exaltadas ou camufladas numa manifestação.

O problema não está em refazer, o problema está em copiar. O plágio é o arquinimigo da arte, é o inimigo invejoso que desmerece a criatividade, o oposto da Lei de Lavoiser. Com o plágio nada se cria, tudo se perde porque nada se transforma. A grande diferença entre inspiração e plágio está na nomeação da autoria. Plágio é uma cópia não referenciada. Inspiração é a re – construção de um pensamento re – ferenciado.

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O grande enigma

Quem somos?

Por que estamos aqui?

Para onde vamos?

Eis o grande enigma de nossa vida!


A Arte de ser louco

“A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal.”

(Raul Seixas)

Vamos brindar a liberdade de expressão e nos embriagar de novas ideias e pensamentos aqui na Taverna Filosófica.

Que a loucura de sermos nós mesmos contagie cada vez mais pessoas.

Que o nosso lema seja:

Pensar,

Interagir,

Agir,

Criar…


Filosofando…

“A vida é breve;
a arte, vasta;
a ocasião, instantânea;
a experiência, incerta;
o juízo, difícil.”

(Hipócrates)