Arquivo da categoria: Música

Salve, Salve nosso querido Raulzito

A semente que ele ajudou a plantar já nasceu… Viva a Sociedade Alternativa!”

VIVA, VIVA!! O homem nasceu livre, por isso faz o que tu queres há de ser tudo da Lei! A LIBERDADE, essa é a nossa Lei e a alegria do mundo.

Cada homem e cada mulher é uma estrela, cada ser humano é único, por isso é preciso respeitar a individualidade do ser e o curso natural da vida… pois se uma estrela há de brilhar, outra então tem que se apagar. Quero estar vivo para ver o sol nascer, a geração da luz e a esperança no ar. Sei que não chegou a hora de se ir embora é melhor ficar… Eu sou o Início, o Fim e o Meio.

Conta a lenda que Raul certo dia encontrou o senador da república, na época Tancredo Neves, em um aeroporto, e foi logo dizendo, obviamente bêbado: Senador eu tenho a solução para o Brasil, vamos alugar a porr@ toda!” IRREVERÊNCIA, INQUIETUDE, REVOLTA, CORAGEM, CRIATIVIDADE, DUALIDADE, UNIDADE, FRATERNIDADE, AMOR, MUSICALIDADE, ARTE, ESPIRITUALIDADE, ALMA-MENTE-CORPO, HOMEM, DEUS, VIDA.

O Maluco Beleza, a Metamorfose Ambulante não se foi, depois de ultrapassar a barreira do SOM ele deixou suas impressões digitais, suas músicas e toda a sua energia plantadas aqui no Planeta Terra. Depois disso pegou um disco voador e saiu por aí na velocidade da LUZ a descobrir novas galáxias, estrelas e explorar uma nova dimensão do ser.

Fonte da imagem:
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Ummagumma Pink Floyd Cover lota Chevrolet Hall

Bombástico. Assim foi o show da banda Ummagumma Pink Floyd Cover em BH no último sábado.
Logo na entrada já se via: filas enormes para se comprar o ingresso das três horas de prazer que
deixariam a todos estarrecidos. A emoção era tão grande para mim – eu, tão pequena no meio
daquela gigante plateia que encontrei ao entrar – que não dava para não imaginar o sentimento do
pessoal da banda ao encontrar aquela multidão aplaudindo e gritando… Tinha chegado a hora de
eles receberem os louros do reconhecimento de seu trabalho e o resultado de sua fé.

Foto: Felipe Massara

“Seguro a sua mão na minha para que juntos possamos fazer o que eu não posso fazer sozinho.” Não
sei se esta é uma oração, um mantra ou se é uma citação de alguém que soube expressar o anseio
e a necessidade da alma humana de unir-se aos demais para construir uma nova realidade. Sendo
o que for, essas palavras expressam a essência do enorme sucesso que esta incrível orquestra de
rock progressivo alcançou: trabalho em equipe. Ou seria melhor dizer trabalho em família? Pois a
fé daqueles que sonharam dormindo e acordados com o sucesso da banda foi capaz de criar o que
Bruno Morais – “o David Gilmore do Ummagumma”- chamou de “família Ummagumma”.

“Está mais cheio do que no show do Bob Dylan”, disse um moço que chegava no show ao mesmo
tempo que eu e da mesma forma se assombrou com a extensão da platéia, que lotava os quase 5000
lugares disponíveis no Chevrolet Hall. Ao telefone, alguém falou “… estou no show da melhor banda
cover de Pink Floyd do Brasil! Eles são os melhores, porque tocam também o lado B.” “Lado B”, para
quem não sabe, é uma expressão que está diretamente associada aos discos de vinil e traduz uma
coletânia de canções diferenciadas, autênticas e alternativas. O seu sentido se constrói em oposição
ao lado A, que historicamente continha opções mais comerciais.

Tanto eles tocam o lado B, que foi preparado um set list especial para este show, incluindo
canções que nunca haviam sido interpretadas pela banda, como: “Welcome to the Machine”, do
álbum “Wish you were here”; “See Emily Play” do single homônimo; “Summer ‘68”, do disco “Atom
Heart Mother”; “The gunner’s dream”, do álbum “Final Cut” e “Sorrow” de “A momentary lapse
of reason”. No entanto, clássicas como “Another Brick in the Wall, part II”, “Echoes”, “Dogs” e
“Comfortably Numb” não foram deixadas de fora.

Agora vou lhes contar sobre aqueles momentos ‘frio na barriga dos fans’ (e da banda também,
penso eu). Na abertura, com “Shine on you crazy diamond” o público delirou e o êxtase foi geral.
Em “Mother”, Bruno deixou que a platéia cantasse sozinha e ela o faz com maestria, pronunciando
cada palavra e vibrando muito. Isabela Morais, irmã de Bruno, e uma das backing vocals, brilhou
mais uma vez com a performance do solo de voz de “The Great Gig in the Sky”, ao mesmo tempo
poderosa e suave, fazendo arrepiar até o último fio de cabelo. Pude sentir que o show alcançava o
seu clímax na esperada “Wish you were here”, quando Bruno acendeu um isqueiro no palco e via-se
luzes por todos os lados, formadas por isqueiros e visores de celulares; causando um efeito digno de
um show de gente grande.

Foto: Jason Almeida

E foi isso mesmo que eles mostraram ser ao se apresentarem com tanto profissionalismo e não se
deixarem abalar pela responsabilidade que é ostentar um público tão grande (e exigente, diga-se de
passagem). Em vez disso, eles demostraram vontade de superação e desejo de manter em alto nível
a qualidade de seu show para satisfazer a expectativa que merece esse pessoal que tão fielmente os
vêm seguindo.

Que o Ummagumma se apresenta em BH desde 2002 e que o público de lá é fiel, eu já sabia. Há
exatamente um ano, os caras gloriosamente se apresentaram no grande teatro do Palácio da
Artes; e foi lá que eles gravaram o seu primeiro DVD (à venda na Opsom e na Revistaria do Ézio,
em Três Pontas e na Point Rock (Galeria Praça 7) em BH). Porém, no último sábado eu senti que
havia energia nova no ar… Algo que poderia vir a inaugurar uma nova etapa para o grupo nesses 10
anos de estrada. Intuição feminina? Você poderia me perguntar… Ao que lhe respondo: evidências
concretas; pois o sucesso do qual pude humildemente fazer parte é árvore frondosa saída de
semente coletivamente plantada e irrigada! Não poderia ser mais merecido. Parabéns, galera do
Ummagumma Pink Floyd Cover! O show de vocês foi um arraso completo!

“Sinceramente, foi melhor que a minha expectativa, esperava um show, acabei vendo um
espetáculo…”, comentou Felipe Lopes, um dos muitos fans do Ummagumma que fizeram questão
de se manifestar na fan page do grupo no facebook e deixar registrado o seu agradecimento por
horas inesquecivelmente bem vividas. Junto com esse pessoal, estou eu, que tive a sorte de estar
lá no maior e melhor show que o Ummagumma PFC fez até hoje. Satisfeitos e extasiados, quisemos
nós também, deixar a nossa marca.

Foto: Radio WebRoots


Filme,pré-estreia, festa e exposição – Raul: O início, o fim e o meio

Olá Taverneiros, tenho várias novidades sobre o nosso mentor taverneiro-filosófico-muluco-beleza, mais conhecido como Raul Seixas. O mês de março está repleto de Raulzito: filme, pré-estreia, festas e exposição.
É com muita felicidade que faço a divulgação da estreia do filme e da exposição, “Raul: O início, o fim e o meio” aqui na Taverna. Tive o prazer e o privilégio de assistir o filme que foi exibido pela primeira vez na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo – 2011. Exibido em duas salas lotadas, no Shopping Frei Caneca, o filme não só emocionou os fãs do Raul, como também fez a plateia entoar um canto emocionado ao relembrar a vida e as músicas do Maluco Beleza e que ao final recebeu um merecido e caloroso aplauso e vários gritos de “Toca Raul”. Não foi à toa que o filme levou o Prêmio de público e Prêmio Itamaraty de melhor documentário brasileiro da Mostra.
O filme estreia nos cinemas agora 23 de março e para os Raulseixistas de plantão haverá pré-estreias do filme no dia 15 de março. E para quem desejar cantar e se emocionar com as músicas do Maluco Beleza haverá festa de pré-estreia do filme no dia 20 de março, no Adega Original, São Paulo. Atrações: Putos Brothers Band e convidados especiais.
Foi aberta agora no dia 10, no Metrô Paraíso, São Paulo, a exposição “Raul: O início, o fim e o meio” que exibe a discografia, a cronologia da vida e obra do Raulzito, além de fotos e manuscritos das letras das músicas compostas por ele. A exposição fica em cartaz de 10 a 31 de março.
Para mais detalhes clique aqui e acesse o Estrambólica Arte onde foram disponibilizados os links e mais informações.

Vai uma banana?

Estamos em Março, o mês considerado pela ONU o mês da mulher. É isso mesmo: o mês que possui em si o “Dia Internacional da Mulher”, 8 de março é também ele todo consagrado à mulher. Se você sabe o que aconteceu neste dia para que levasse esse título, parabéns. Se não sabe, leia isto: http://estrambolicarte.blogspot.com/2012/03/historia-do-8-de-marco.html.

A banana de Andy Warhol, grande ícone da Pop Art, foi feita especialmente para o disco da banda The Velvet Underground.

“Tortura que ela atura com fartura no viver social, então leve uma banana, também social”, cantou Tom Zé em sua música “Vibração da Carne”.  Artístico, lírico, lúdico, crítico, gênio, Tom Zé é de fibra. Um cara que não tem medo de mostrar a cara. Faz questão de ser ele mesmo e de dizer o que pensa. Não se encaixa neste status quo moderno focado na noção de que pra ser bom tem que ser belo, novo, magro e rico. Tom não muda de tom para satisfazer a demanda externa. Ele é fiel à sua  essência, à sua raiz; vive aquilo em que acredita. E distribui bananas pra quem  insiste em falar mal dele sem o conhecer. A banana acima vai para o homem que trata mal a sua mulher.  Vai também para o homem que  não reconhece o valor humano da parceira e para a mulher que não se dá o valor que tem.

A música “Vibração da Carne” é uma das várias que compõem o álbum “Estudando o Pagode – Opereta do segregamulher e amor”.  O disco propõe uma discussão sobre a segregação da mulher na sociedade. O tema é abordado com a classe e irreverência que são praxes da obra do músico bahiano de 75 anos, misturando ironia, humor e poesia num tacho só. Os hits “O amor é um rock” e “Mulher navio negreiro” se destacam no quesito ritmo e musicalidade, mas não deixam a desejar em criticidade e engajamento social. “Quero Pensar” e “Estúpido Rapaz” sugerem uma ruptura com conceito herdado da tradição judaico-cristã, em que a mulher é associada a palavras como “pecado”,  “demônio” e “diabo”.

O estudo do pagode feito pelo bahiano – que foi forçado a fazê-lo por ser vizinho de pessoas que ouviam o ritmo musical periodicamente em volume alto – revela que o maniqueísmo encontrável na Bíblia não foi abandonado quando se trata de conceituar a mulher moderna. As imagens da mulher  encontradas no pagode oscilam entre um extremo e outro: ora santa imaculada ora prostituta diabólica. Deve-se procurar evitar o uso desses esteriótipos e humanizar a imagem da mulher, quebrando paradigmas historicamente construídos. Um homem que diz que uma mulher – ser humano tanto quanto ele – é “o diabo” está nú. Seu discurso revela dele o seu “encubado, calado, colado, pirado pavor do segredo sagrado” da intimidade sexual e do amor personificado na mulher, como canta Tom na faixa “Mulher, navio negreiro”.

Em “Prazer Carnal”, “Duas Opiniões” e “Ave Dor Maria” pode-se notar forte crítica à apologia do sofrer – a crença de que o sofrimento é próprio do amor – encontrável em grandes doses no discurso religioso.  Essa concepção é embasamento fundamental para que mulheres no Brasil entreguem suas vidas a homens capazes de atos desumanos para manterem intacto o seu senso de masculinidade, posto em prova pela relação a dois desequilibrada. E tudo em nome do amor. E tem o agravante do ideal romântico digno de “princesas Disney” que ajuda a deixar a mulherada bem dócil e passiva quando submetida à violência, à agressão e à privação. “Seja simpática, seja educada e amável. Seja submissa.”  Desde cedo, a mulher aprende que,  em nome do amor, vale tudo, até mesmo ferir a si mesma. Desrespeitar-se. Estar à mercê do “predador”. Tá na hora de mudar esse quadro. O começo: não ensinar isso para nossas filhas e filhos.  Criá-los com capacidade de criticar tal produto. Para que não criemos vítimas de um futuro em que subsista a opressão.

Vejam como as mulheres não são as únicas vítimas dessa herança religiosa e cultural.  Tom diz que o seu disco é “masculinista”, pois vê o machismo como desfavorável para o homem que, não se conscientizando do mal que faz – por falta de reflexão e comodidade com lugar social que ocupa – acaba por se tornar vítima de um padrão: o da incapacidade de satisfazer a sua mulher e, mais radicalmente, a dificuldade em manter uma relação em que a parceria entre homens e mulheres efetivamente se realize. Tudo o que relatei contribui para manter altos os índices de violência e atentados à vida, à saúde física, psíquica e emocional da mulher, assim como aqueles que atualmente o Brasil ostenta.

“Baião de dois não dá pra fazer sem dividir a bênção do prazer”, aponta Tom ainda na faixa “Vibração da Carne”, relacionando a dificuldade da mulher em alcançar o orgasmo com essa tradição do discurso machista de se considerar por direito possuídor de mais  privilégios que ela, até mesmo no campo do sexo. “O que pergunto aos homens é se será que vale a pena continuar tratando mal a mulheres, dando o prejuízo que isso dá? Se você tem a companheira do homem com o pé atrás, desconfiada, ela então… (…) não lhe mostra (o segredo sagrado da intimidade profunda) porque você é um inimigo em potencial. Você ajudou incutir nela uma porção de infernos”, atesta o músico. Abaixo, no vídeo, Tom descreve por si mesmo esse ponto-de-vista. E diz mais. Diz o que deve ser dito.


‘Hair’ traz a era de Aquário para São Paulo

Cena do Musical "Hair"

A era de Aquário começa na sexta-feira 13 no Teatro Frei Caneca – é neste dia que um bando de cabeludos bem-intencionados vai tomar o palco e marcar o início da temporada paulistana do musical Hair, depois de sucesso no Rio. “Esperamos durante seis meses até estrear aqui o que, se não foi favorável para a produção, ao menos serviu para que o elenco voltasse vitalizado”, acredita Charles Möeller, responsável pela direção e produção geral, ao lado de Claudio Botelho. “Percebemos que agora há uma força renovada tanto no vocal como na dança.”

Que em 2012, a era de aquário cause um fim não no mundo, mas nos velhos preconceitos, na intolerância, na falta de respeito, na falta de educação, um fim na ambição sem medida. Que a humanidade se torne mais evoluída espiritualmente . “Viver e deixar viver. Que duas palavras nos guie, PAZ e AMOR”!

Para maiores detalhes clique aqui e acesse o site do Estadão para ler a matéria completa.


Fora da Taverna 2 – Pearl Jam

Promessa é dívida! Saímos dessa humilde Taverna para trazer música e diversão aos nossos clientes.

Dessa vez o Fora da Taverna 2, além de mostrar a cara dos taverneiros na real life, conta os melhores momentos do show do Pearl Jam em Curitiba no dia 09/11/11, no Estádio Britto e Silva (Vila Capanema), logo depois que os taverneiros contaram suas histórias e expectativas no Cast 010 – Aqui Ten Pearl Jam.

É uma pena, mas não foi dessa vez que conseguimos uma entrevista com a querida banda. Não chorem. As fotos do show ficaram maneiras e deixaremos aqui, penduradas na parede da Taverna Filosófica.

Clique aqui se você bebeu demais e perdeu o Fora da Taverna 1 – Youpix.


TOP 11 DE 2011

Muitas filosofagens foram feitas na Taverna no ano de 2011. Alguns temas foram nostálgicos, televisivos ou musicais, mas cada texto escrito de um jeito no guardanapo e revelando muito de nossas histórias, sentimentos e afinidades depois de tomar alguns goles de álcool.

Separamos aqui os textos que mais sacudiram a Taverna Filosófica para que os nossos clientes taverneiros relembrem os causos e também apresentar aos mais bêbados, que dormiram na mesa, os grandes sucessos desse ano!

TOP 11 2011

TOP 1

Desenhos que divertiam as crianças nos anos 80

Por Carla Oliveira

 “Eu tive a sorte de ser criança  na época dos desenhos animados mais legais de todos os tempos. Logo abaixo segue a lista dos meus preferidos. E vocês, meus amigos taverneiros quais desenhos animados fizeram parte da sua infância e quais aqueles que vocês mais gostaram?…” 

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TOP 2

Senta que lá vem história

Por tatitalima

Agora, peço gentilmente aos frequentadores que se sentem, pois contarei uma história que já foi construída com novos ideais (agora velhos) dentro do mundo da arte, mais precisamente sobre a história de como vivemos, dentro de uma casinha.

Mesmo pendendo para a “arte” do Urbanismo, sempre tive fascínio pela História da Arte e da Arquitetura, mas agia com certo preconceito sobre a História do Mobiliário. Com o tempo, fui convencida que todas essas “artes” estão totalmente interligadas e contam, de maneira sutil, como pensamos e vivemos…” 

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TOP 3

Adele, sabor Chandelle

Por tatitalima

“Gosto de dar um tipo de sabor para tudo que gosto, talvez porque comer seja meu maior prazer. Cinestesia? Provável. Fechar os olhos e sentir um cheiro que te leva a um sabor, um sabor que te leva a algum lugar, um lugar que te leva a alguém, e se alguém te arrastou até aí usando esses sentidos é porque o tato é a cereja do bolo…”

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TOP 4

3% rumo aos 100%

Por tatitalima

“Nessa Taverna independente sempre buscamos papos sobre produções autorais. Nos últimos meses falamos sobre o campo da música, agora a pauta é sobre TV.

Passaram alguns meses e os 3% que começaram a divulgação espalhando os links da série brasileira 3%, pela web, foram os responsáveis pela semeação da ficção científica mesclada com drama, produzida por mentes jovens do curso de Audiovisual da ECA-USP…”

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TOP 5

RPG Eletrônico

Por Diego Said

“Muitos ao lerem o título do post, já pensaram “isso não existe” principalmente o pessoal que joga rpg a bastante tempo. Discordo em parte de vocês, muitos dos elementos do RPG tradicional é encontrado no eletrônico mas é impossível ter toda a liberdade e criatividade de se fazer o que quiser. Lembre-se um console/pc são máquinas feitas para serem precisas, é inviável para a equipe que desenvolve o game prever todas as ações que milhares de jogadores queiram tomar…”

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TOP 6

True Blood

Por Victor

“Devo começar esta… seja lá o que for com um pedido de desculpas a todos que acham realmente legal um Vampiro brilhar no sol!

True Blood é uma série que retrata um mundo onde o sobrenatural existe e aqui os vampiros são criaturas complicadas e monstruosas (difícil encontrar isto nos dias de hoje). Se for um jogador de RPG então sentirá certo conforto na série, eles são criaturas traiçoeiras e assassinas…”

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TOP 7

Levante-se, não fique fora da Casinha!

Por tatitalima

“Em menos de um mês que choramos as pitangas pelo cenário da música curitibana, ouvindo as canções que causam dependência, viciamos os  frequentadores dessa Taverna. Bêbados pelas doses dos acordes, fomentamos a discussão: “[…] A indagação sobre o potencial artístico das cidades, como Curitiba e outras, no cenário musical não se propagar está restrito à produção local ou o problema está em pequenas portas enferrujadas que não se abrem para esses artistas, nem mesmo dentro da própria cidade? […]”

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TOP 8

Into the Wild (Na Natureza Selvagem)

Por Victor

“Já pensou em abandonar tudo? Em se afastar desta sociedade louca? Esta é a história de Christopher que é contada no filme Na Natureza Selvagem (Into the Wild) de 2007. Um rapaz que não se adaptava a sociedade consumista e que resolve ir para o Alaska. Algo que chamo tua atenção é para o relacionamento que ele tinha com os pais.

Quantas pessoas não passam por situações semelhantes? Quantas pessoas não se adaptam ou não visualizam sentido na sociedade? Baseado em fatos reais com uma abordagem muito interessante e cativante é sem dúvida um filme que vale a pena conferir…”

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TOP 9

Frases de filósofo x Frases de Programador

Por Carla Oliveira

“Olá queridos taverneiros, trago algumas frases para divertir a nossa taverna, pois uma boa taverna que se preza sempre tem algumas “frases engraçadas” e piadas para divertir seus taverneiros.

Como a nossa taverna é nerd e filosófica nada mais justo do que frases de filósofos x frases de programador…”

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TOP 10

Algum demônio, algum anjo

Por tatitalima

“Desta vez, trago reflexões sobre a história e a arte de quem somos: a arte de ser anjo e demônio. Mas, refletir sobre esse tema vai além da história da humanidade e exige buscar a verdade, a busca e não necessariamente o encontro.

Comecei buscando as definições de anjo e demônio e descobri que tais definições se transformaram ao longo do tempo. Segundo meu dicionário amarelado e cheio de “orelhas”, um anjo seria a representação da perfeição moral, que não pertence à humanidade. Um demônio seria na antiguidade (visão politeísta), um gênio inspirador, tanto bom quanto mal, que definia o caráter e o destino de alguém – a alma, o espírito. Demônio (para o monoteísmo) é o anjo que se rebelou contra Deus, um gênio do mal, um anjo caído…”

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TOP 11

Universo Paralelo

Por tatitalima

“A especulação sobre outros mundos sempre esteve presente em nossas vidas, principalmente em nossas concepções sobre as escolhas. Falar sobre tais mundos alternativos é um assunto que sempre gera polêmica, principalmente numa Taverna, numa roda de amigos.

Durante a nossa jornada, em algum momento, já pensamos sobre a possibilidade de um (ou mais de um) universo paralelo, embora alguns interpretem de forma mais religiosa ou espiritual e outros analiticamente se apeguem às questões científicas que envolvem o assunto.”

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