Arquivo do mês: janeiro 2012

Impulso

Painel da exposição que está on no Sesc Vila Mariana em SP

Olá galera da Taverna! Estamos de volta com mais um post da série “O Pulso da Vontade”. E o nosso tema de hoje é Impulso. O que é isso? Segue a descrição dada pelo pessoal da exposição “O Pulso da Vontade”, do Sesc Vila Mariana:

IMPULSO [DO LAT. IMPULSU] S. F. 1. ATO DE IMPELIR: IMPULSÃO. 2. IMPETO. 3. ABALO, ESTREMEÇÃO. 4. FIG. ESTIMULO INCITAMENTO, INSTIGAÇÃO. O impulso é um atributo presente nas diversas ações que realizamos cotidianamente. Traduz-se tanto nos movimentos e gestos  que praticamos  publicamente, incluindo as relações físicas e psicológicas  com o ambiente  e com as pessoas, como também nas manifestações de nossa subjetividade, ligadas a iniciativa e ímpetos  gerados em nosso intimo.

Ficou claro? Eu, Carlinha, a galera da Taverna e, lógico, vocês, caros leitores, estamos diante do desafio de ajudar a esclarecer ainda mais esta questão. E muitas delícias nos aguardam, assim como muitas delícias já rolaram aqui na Taverna, que está promovendo um bate-papo super produtivo e estimulante para todos nós. Ou, deveria eu dizer TODAS. É meninas, a filosofia  feminina está imperando neste espaço. Até então, nenhuma manifestação masculina. Nós, mulheres, estamos cada vez mais certas do que viemos buscar aqui, não é? Vamos ver se algum homem nos mostra a que veio. Mas isso é outro assunto.

Proponho darmos uma olhadinha nas falas de algumas dessas ‘mulheres de voz’ que berram pra pedir silêncio e fazem barulho por si mesmas quando acham que é preciso, como cantou Rita Lee. Vejam o que a Laura Torres de 33 anos, poetisa, pintora e biomédica contou pra nós, lá de Brasília, DF:  “O meu teleférico de ida sou eu mesma quem transporta”, esta fala me remeteu à palavra chave  de hoje: impulso; pois impulso é algo que nos transporta, que nos move. O que será que move Laura para que ela seja a responsável por mover seu “teleférico de ida”? Eu me pergunto. Aparecem, aqui, amigos, duas perguntas: “O que te move?” e “Você move o seu corpo ou é o seu corpo que te move?”, ambas tiradas da exposição “O Pulso da Vontade”, como vocês podem conferir nas imagens abaixo.

No post anterior, nossa enquete teve por centro a questão: “O que é vital para você?”. Neste, vamos abrir um pouco a discussão e oferecer mais perguntas para serem respondidas, pois a curiosidade das pessoas as levam a fazerem perguntas diferentes. Tá difícil? Olha o que nos falou Talitha Mesquita, 28 anos, bailarina e professora de dança, direto de Belo Horizonte, MG: “Nossa, é difícil e fácil responder essas perguntas, né?! (…)O que é impulso para mim? Ai, os impulsos, nem sempre são bons, nem sempre têm boas consequências. Muitas vezes é algo que me é vital, ou algo que me inspira, algo   que me motiva, nem sempre com uma natureza boa: amor, dor, alegrias, raiva, tudo isso pode ser impulso.. e assim também são suas consequências: a fala, o grito, o choro, uma ação, a vibração – o que me preocupa mais é o que este impulso causa ou reverbera”. A Talitha nos ajudou um pouco a clarear a percepção sobre “impulso”, respondendo-nos a questão “O que é impulso?” e nos colocou diante de outra pergunta a respeito dos EFEITOS de nossos impulsos. Ela sugeriu que ainda mais importante do que pensar sobre “O que é impulso?” é pensar sobre quais as CONSEQUÊNCIAS dos impulsos nas nossas vidas. A  pergunta da série “O Poder da Vontade” que Talitha se perguntou foi: “Para onde seus impulsos lhe conduzem?”.  E vocês, queridos leitores? Qual das perguntas  feitas até aqui lhes é mais essencial responder? Deixe seu comentário escolhendo pergunta e resposta, pois Mário Quintana já dizia “A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas”.

“Por isso eu digo que pra mim o vital é isso: as inúmeras formas de como a vida nos mostra o essencial. Os caminhos que percorremos e as lições que nos são dadas durante todo o processo, as pessoas que encontramos e nos identificamos com ideologias e sentimentos, mas também as pessoas que nos colocam a prova, em conflitos, fazem crescer, chorar, rir, vibrar…” atestou Nayana Lenzi, de 25 anos, estudante de pedagogia, de Varginha, MG. Preciso falar mais? “Adoro questões metafísicas colocadas na prática”, essa é da Erica Gaião, 34 anos, administradora de RH, futura professora de filosofia e escritora do Rio de Janeiro. Bacana, Keka, nós também. Tudo isso aqui pode realmente nos ajudar a ser melhor, não pode? “SER melhor é ter amigos, Amor em todas as suas manifestações”,  poetou Keka. Concordo com ela. E você? Ficou confuso diante de tanta pergunta? Não se preocupe que a Ludmila Megalço, estudante de medicina, de 21 anos, também do Rio, pode te ajudar: “Talvez tudo isso hoje se resuma num tópico: seguir meu coração e ser fiel a mim mesma”. Brilliant.

A Lud também é escritora, assim como todas nós, mulheres aqui citadas, gente de voz, que se responsabiliza pelo que sente, pensa, fala e faz. E nós somos todas filosofas junto com a Keka, não é gente? Acho tudo isso maravilhoso. Olha o que acha a Fernanda Gerber, psicóloga de 31 anos e que nos fala direto de Londres, UK:  “Eu sou apaixonada por essas amizades lindas que vejo por ai. E quando acontecem essas amizades só sai coisa boa”. É gente, a coisa boa não vai parar nunca mais, estão sentindo? Mas, agora é com a minha amiga Carla. Mando a bola pra ela, e fecho com o comentário que nos deixou Renata Rezende, esta corretora de seguros, professora de línguas e (também!)  escritora de 34 anos, lá de Sampa: “A Carla descreveu muito bem como é bater-papo com a Paula. Entramos no detalhe do ser, filosofamos, compartilhamos histórias”. Adoro filosofar com amigas tão interessantes! Obrigada pela companhia, meninas. E continuemos…

É isso mesmo Paula, nós mulheres temos o dom da intuição e da emoção e por isso assuntos filosóficos nos chamam tanto a atenção, engana-se quem acha que filosofia é somente pensamento lógico e razão. Meninas, a opinião de vocês veio exatamente de encontro com a proposta da exposição e enriqueceu muito nossa ideia de compartilhar nosso conhecimento e experiência. Tudo quanto é compartilhado é multiplicado e amplificado, o mais clássico exemplo disso é aquela passagem Bíblica onde Jesus faz a multiplicação dos pães. Já dizia o sábio Raul Seixas, “Sonho que se sonha só. É só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade”. Impulso, no meu modo de pensar é algo que ajuda a me manter em movimento, ou seja, agir. O impulso é fio condutor responsável por carregar a faísca necessária para gerar a explosão que nos faz tomar uma atitude, ‘for better or for worse’. Por essa característica explosiva do impulso que poderá nos levar a fazer coisas boas e também coisas ruins é preciso compreender nossos impulsos e o que nos motivou a tê-los. Essa compreensão faz parte do nosso autoconhecimento e contribui para nosso amadurecimento como seres humanos. Reprimir nossos impulsos poderá ser o caminho mais fácil para evitar fazer algo ruim/errado, no entanto essa repressão nos privará do erro que é justamente o que nos faz aprender e nos conhecer.

O tema do proximo post é “pulso-irrigação”. Quer saber o que é isso? Fique ligado na Taverna que em breve a gente explica tudinho. Por enquanto, escolha entre as perguntas citadas acima “entre aspas” a que mais lhe interessa responder e faça seu comentário. Vamos acender o bate-papo por aqui e refinar o nosso conhecimento de mundo e de nós mesmos. Au revoir!

Paula Figueiredo e Carla Oliveira


O Pulso da Vontade

SESC Vila Mariana

07/01 a 26/02.  Terça a sexta, das 10h às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 10h30 às 18h30. 

Ambientação que explora metaforicamente o coração e suas dinâmicas, vinculando-as ao tema da adesão e permanência nas atividades físico-esportivas. Os motes impulso, pulso-irrigação, ritmo, coordenação, constância, emoção e força-vitalidade são traduzidos em diferentes suportes e linguagens. Térreo.

Livre para todos os públicos
Grátis

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Sempre que eu a minha amiga Paula, nos encontramos uma série de sincronicidades acontecem. Já relatei isso no meu blog, a Estrambólica Arte e agora vou compartilhar nossa mais nova experiência aqui na Taverna.

Gael de Tigre e o grupo Furunfunfum

Combinamos de nos encontrar, novamente no Parque do Ibirapuera. Domingo, um dia lindo de sol (e olha que sol neste mês de janeiro aqui em São Paulo está difícil). O parque estava lotado. A Paula entrou pelo portão 7 e eu pelo 10, do outro lado do parque. Mas, encontrá-la foi muito tranquilo. Foi legal vê-la no seu papel de mãe, com binóculos no pescoço, aviãozinho de isopor, máquina fotográfica e o seu maior tesouro, o Gael, lindo com o rosto pintado de Tigre.

Começamos a passear e conversar entre as crianças e os brinquedos do parquinho. O Gael estava radiante. Entre nossas conversas, falamos sobre a vida, a agressividade do ser humano, isso veio à tona depois de uma atitude um tanto quanto exagerada de uma mãe que estava próxima à nós duas. Falamos dos nossos desejos e emoções e do respeito pelo tempo e vontade do outro. Falamos de Deus, Jung, Osho, Freud, Nietzsche, vida, medo, coragem, sonho, visões, meditação, coragem, intuição.

Depois sentamos na beira do lago e ficamos olhando os patos e brincando com Gael, que já estava ficando cansado e com fome. Daí decidimos ir ao SESC Vila Mariana, almoçar e depois assistir a uma peça infantil, uma nova versão de “Os três porquinhos”, uma releitura (mais divertida do que esperávamos) realizada pelo grupo Furunfunfum que comemoravam os seus 20 aninhos de existência justamente naquela data! Coincidência? E lá fomos nós…

Não, não é por acaso que viemos parar aqui, taverneiros. A amizade entre Carla e eu se estabeleceu e alcançou profundidade a partir de interesses comuns como arte, cultura e o universo do diálogo encontrável nos blogs. O amor e a sintonia emergiu precisamente com a inesquecível exposição “O Pequeno Príncipe”, que rolou na Oca em Outubro de 2009 – no mesmo Ibirapuera em que nos encontramos nesse domingo. “Só se pode ver com o coração. O essencial é invisível aos olhos” – revelou seu segredo a raposa ao seu recém conquistado melhor amigo, o princepezinho, ambos personagens do livro homônimo, clássico do aviador francês Saint Antoine de Exupéry.

“O Pulso da Vontade” foi a segunda exposição que eu e Carla frequentamos juntas. E ela têm por referência principal justamente quais de nossos órgãos vitais, caros taverneiros? Advinhem? É isso mesmo: o coração. Que curioso encontro de acasos, não? Havia mais para ser falado sobre este tão essencial músculo de nosso corpo do que supúnhamos quando experimentamos esteticamente o ponto de vista da exposição de 2009. É verdade que já intuíamos a aventura que estava por vir, pois afinal reconhecíamos nossa inegável afinidade. Mas não imaginávamos quando e como ela nos tomaria e uniria os caminhos ainda mais concretamente do que naquele imóvel instante de maravilhamento. E a estrada se revelou, caros filósofos e companheiros de taverna: o encanto brotou; deu cria.

O que propõe a exposição “O Pulso da Vontade” são “situações propícias à descoberta dos desejos e intenções que nos mobilizam e nos fazem comprometidos com nossas escolhas”, explica a equipe do Sesc Vila Mariana. A ambientação ali promovida conferiu forma às indagações acima mencionadas por Carla, “desdobrando-se numa configuração espacial e visual que, ao explorar e traduzir traços característicos do coração, sugere ao visitante uma imersão no núcleo propulsor de nossos ímpetos e movimentos”.

Muito complicado? Nem tanto, caros leitores. Tudo isso pretende ser nada mais nada menos que uma metáfora da diligente atividade orgânica que nos mantém a todos vivos. Resumindo, consiste em tentar responder à seguinte pergunta que se faz: “O que é vital para você?”. Chega de objetivismo, generalização e lugar-comum, pois, no fritar dos ovos, a nossa subjetividade determina bem mais do que supõe a nem tão superada assim (mas antiga!) razão cartesiana. E é isso que exploraremos também nos textos vindouros que irão compor essa série escrita em parceria de coração, olhos e alma; sentidos para além da razão.

Painel da ambientação "O Pulso da Vontade", no Sesc Vila Mariana

Pois bem, meus queridos,  o que me dizem sobre isso? O que é vital para vocês? Para nós, é isso: a amizade, a afinidade, o amor, a simplicidade do olhar infantil que transcende a razão e se ancora na sabedoria do coração. Pra nós, mais importante do que se estar certo é ter um amigo com quem compartilhar sonhos e visões. Mais do que a concordância com o outro, buscamos e elogiamos nossas diferenças, pois são elas que enriquecem o diálogo entre nós. É através delas que podemos ter a sorte de aprender uma com a outra. A gente põe fé no valor do RESPEITO à DIVERSIDADE humana. E vocês, no que põem fé?

No próximo post, trataremos específicamente de um tema que faz com que perdamos o controle sobre nós mesmos e que nos acomete a todos, tirando-nos, eventualmente, o chão dos pés. Vocês hão de concordar comigo – nem que seja apenas no silencioso interior do pulsar de suas veias – que o IMPUSLO é algo que traz consequências que revelam-se nem sempre agradáveis e, contraditoriamente, podem se mostrar bastante essenciais para o nosso crescimento integral. 

Apresento-lhes as cenas do próximo capítulo: “o que é impulso afinal?” e “para onde os seus impulsos lhe conduzem?”. Isso é uma palinha do que trataremos em nosso próximo bate-papo aqui nesta taverna. Eu, Carlinha e toda a galera esperamos por vocês para que dividam seus pontos de vistas sobre o tema conosco e nos ajudem a solucionar os enigmas relacionados ao primeiro mote proposto pela equipe de “O Pulso da Vontade”, o impulso. Até lá!

Carla e Paula

Carla Oliveira e Paula Figueiredo


Adeus? Jamais.

Eis o ponto, taverneiros. Quero saber uma coisa de vocês. Como vocês se despedem de alguém? Tchau? Até mais? Até? Adeus? Pois bem. Sou daquelas que não gosta de usar adeus. Acho adeus muito triste, para baixo. Como dizia Noel Rosa, adeus é uma palavra que faz chorar. Por isso não uso, para mim é como dizer “acabou, foi finito”.

Então cá estou para me despedir dessa Taverna com um tchau. Tchau como se eu fosse ali na adega comprar mais cerveja,  dizendo: “Logo mais te vejo!”. (Foi mais ou menos isso que eu disse para minha mãe quando eu saí de casa, mas neste caso eu usei padaria e pão). Realmente, olhar agora para Taverna Filosófica me fez lembrar de quando saí da casa dos meus pais. Não consegui levar muitas coisas, foi só o necessário, o necessário para uma nova mulher.

Minha antiga-nova kitinete era do tamanho do meu antigo-antigo quarto, só que tinha que caber: uma mini geladeira, um fogão duas bocas, tv 14”, computador, microondas, cama, guarda-roupas de duas portas, quatro cobertas e uma mesa robusta para apoiar minhas folhas A1 e, ah,  minha régua paralela de 1m. Mágico! Cabia.

Kitinete da Tatita - 2006

A kitinete era tão entulhada e mesmo assim gostava tanto de estar ali, queria vê-la mais bonita, uma bagunça arrumada, porque eu era parte daquela bagunça. Pintarei a parede! É. Resolvi pintar mesmo, com tudo dentro de 23m² de área útil, já contando com o banheiro-lavanderia. Tudo não, confesso. Ficou sem pintar atrás do guarda-roupas, atrás da cama e atrás da mala G, que era o meu criado-mudo. Ali atrás nem aparecia mesmo! Ainda tenho alguns moletons que contam melhor essa história. Continue lendo


Um luxo apimentado

Depois de uns goles de álcool sento à mesa da Taverna para filosofar e petiscar um assunto doce e ao mesmo tempo apimentado. Antes de lambuzar a mesa (opa!) é preciso deixar claro que essa Taverna é um ambiente familiar, mas esporadicamente coloca em discussão assuntos que alfinetam o pudor e ruborizam alguns nichos da sociedade.

Por falar no verbo “ruborizar”, esse assunto chegou à tona por intermédio dos queridos geeks que divertem o mundo da tecnologia com seus temas, histórias e afins: os líderes da #CavalariaGeek, Tato Tarcan e Prof. Maury do WeRgeeks. No quadro WeRgeeks #Recomenda69 (um número muito sugestivo!), Prof. Maury com toda sua audácia recomenda a série brasileira do MultiShow Oscar Freire 279 e desde então, mesmo ruborizada, passei a acompanhar.

Existem preconceitos quando se fala de produção brasileira para TV, eu mesmo ligo o botão ALARME ao assistir, não porque duvido da potencialidade e ousadia dos roteiristas, diretores e atores brasileiros, mas porque infelizmente a TV aberta não se preocupa com o “o que, para quem e como?” da sua produção , apenas “para quantos?”. Ela joga no liquidificador drama, humor, erotismo e serve de uma vez, achando que essa é a única receita vitaminada para o grande entretenimento brasileiro, as novelas. Continue lendo


Igreja do Ctrl+C e Ctrl+V

Caros Taverneiros e amigos Nerds/Geeks, era só o que faltava no mundo do bits e bytes uma igreja do Ctrl+C e Ctrl+V. Pois bem, isso não é nenhuma piada, é real e aconteceu na Suécia. Lá a igreja do Ctrl+C e Ctrl+V foi reconhecida como religião. Segue abaixo a matéria completa que li no site da Folha Online.

A Igreja do Kopimismo (Church of Kopimism), religião que tem como base o compartilhamento de informações, foi formalmente reconhecida pelo governo da Suécia.

Kopimi, em inglês, é pronunciado copy me –ou me copiem. É um selo formulado para ser o oposto do copyright, que dá permissão para que o conteúdo seja copiado e disseminado sob qualquer propósito, comercial ou não.

A seita foi criada pelo estudante de filosofia Isak Gerson, 19. Além dele, também aparece como fundador da religião o estudante de economia Gustav Nipe, 21 –ele também é um participante ativo do Partido Pirata da Suécia.

Em seu Twitter (@isakgerson), Isak escreve com ares de profeta. “Um décimo dos arquivos de todos deveria ser compartilhado”, disse.

Os “kopimistas” acreditam que toda informação compartilhada tem mais valor e é sagrada. Os símbolos da religião são o Ctrl+C e o Ctrl+V.

O reconhecimento protege e garante o direito dos kopimistas de exercerem a religião e, pelo menos da teoria, pode dar acesso à assistência financeira do governo.

Em 2009, a Suécia foi palco de outro acontecimento na área de cultura digital: o Partido Pirata sueco conseguiu 7% dos votos do país nas eleições parlamentares europeias.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/1030301-suecia-reconhece-igreja-do-ctrlc-e-ctrlv-como-religiao.shtml


Vida de Programador – Bob Esponja

Olá Taverneiros, sempre leio as tirinhas do site Vida de Programador. A de hoje foi excepcionalmente engraçada. Gostei tanto que resolvi publicá-la aqui na Taverna.

Vida de Programador - Bob Esponja

Para quem desejar acompanhar o site Vida de Programador segue o link: http://vidadeprogramador.com.br


‘Hair’ traz a era de Aquário para São Paulo

Cena do Musical "Hair"

A era de Aquário começa na sexta-feira 13 no Teatro Frei Caneca – é neste dia que um bando de cabeludos bem-intencionados vai tomar o palco e marcar o início da temporada paulistana do musical Hair, depois de sucesso no Rio. “Esperamos durante seis meses até estrear aqui o que, se não foi favorável para a produção, ao menos serviu para que o elenco voltasse vitalizado”, acredita Charles Möeller, responsável pela direção e produção geral, ao lado de Claudio Botelho. “Percebemos que agora há uma força renovada tanto no vocal como na dança.”

Que em 2012, a era de aquário cause um fim não no mundo, mas nos velhos preconceitos, na intolerância, na falta de respeito, na falta de educação, um fim na ambição sem medida. Que a humanidade se torne mais evoluída espiritualmente . “Viver e deixar viver. Que duas palavras nos guie, PAZ e AMOR”!

Para maiores detalhes clique aqui e acesse o site do Estadão para ler a matéria completa.