Arquivo do mês: novembro 2011

Cast 011 – Mídia Social

O décimo primeiro podcast da Taverna Filosófica está no ar! O podcast é um programa que serve para informar e divertir os frequentadores dessa Taverna. Puxem uma cadeira e curtam o #batepapo sobre mídia social e as #gafes dos taverneiros conectados: @tiagogrunge, @tatitalima, @lessandror e o casal especialista em mídia social: @fernandamusardo e @igormusardo.

Duração:  73′ 58” min.

A leitura de emails do Cast 010 – Aqui Ten Pearl Jam e do Cast 011 – Mídia Social estará no Cast 012 (na próxima semana!).

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Comentado nesse episódio:

MetaCast

Zangief kid, a emocionante entrevista com Casey Heynes

Infográfico sobre o que é Mídia Social

Lojas brasileiras fazem guerra de preço via Twitter

Exemplo de produtos do FarmVille

Tipos de Pomba

I dare you – o verdadeiro stalker

ETC Brasil – Encontro de Twitteiros Culturais

Convidados:

Fernanda Musardo

Igor Musardo



Não há lugar como a casa da gente.

Quem poderá discordar de Dorothy, a menina interpretada pela diva Judy Garland no filme “The Wonderful Wizard of Oz” ou simplesmente “Mágico de Oz”, que foi carregada junto com o seu cachorro Totó por um ciclone na fazenda dos tios em Kansas e acabou indo parar em uma terra fantástica, encontrando amigos inesquecíveis e passando por aventuras impensáveis? Eu amo esse filme. Ele é bom para nos ajudar a ter a força de acreditar em “Somewhere over the rainbow” – título da música tema deste clássico do cinema, lançado no ano de 1900.

A metáfora do lar é antiga. O que é o lar? Lar é aquele lugar em que se está bem, à vontade, um lugar em que se é amado, em que se pode ser você mesmo. Lar, nesse sentido, não é necessariamente um lugar físico, pode ser e é, sobretudo, uma terra como a de Oz: terra imaginária. Lugar afetivo que começa, porém, em como tratamos a nós mesmos. O seu eu é o seu lar e, por isso, é preciso voltar a ele. Recuperar a autoconfiança perdida no caminho é essencial, não importa o motivo de você tê-la perdido, é preciso que você se recupere e reaprenda os passos de se amar.

“Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mateus 6:19-21) Esta passagem bíblica é uma das mais significativas para mim e ela diz desse lugar afetivo que é o ‘lar’. Um espaço que antes de ser objetivo, é subjetivo. Mais que um lugar externo, é um sentir interno. Então, se você se desviou do caminho e se afastou do lar de seu amor próprio, é hora de voltar para casa. Continue lendo


Morram para aprender a viver

Há tempos queria voltar a escrever os meus textos sombrios, talvez porque eu seja boa filosofando mais sobre a morte do que sobre a vida, e o post RPG – Encarando a morte acabou me inspirando. Mas, antes de qualquer palavra, quero deixar claro que não sou serial killer, embora já matei muitos seres vegetais (incluindo cactos!). Falar de morte e serial killer e não lembrar de Dexter é como ver uma laranja muito cara na feira e lembrar que laranja não é vermelha por dentro e.. ops! Dexter novamente.

Essa série já foi mencionada nessa Taverna, no post Tonight’s the night, e desde 2006 lembrada muitas vezes na minha vida, não pela vontade de que façam um café americano para mim, mas porque todos temos um passageiro sombrio em segredo, e como Dexter diz: “Não existem segredos na vida. Apenas verdades escondidas que ficam sob a superfície”.

Não tenho a intenção de filosofar sobre as seis temporadas de Dexter até porque não lembraria detalhes, apenas o tema de cada uma, mas agora com duas novas temporadas garantidas muitas coisas ainda podem mudar. Essa sexta temporada com o tema Fé passa longe de pregar a religião, nela se discute o que é a fé e natureza humana e como agimos sozinho despidos diante ao desespero.

Além disso, essa temporada reforça um pensamento que sempre tive: algumas pessoas merecem morrer sozinhas com seu orgulho, seu egoísmo e suas decepções guardadas numa caixinha, precisam da solidão na morte, momento que mostra quem realmente somos. Maldade? Não. Talvez a morte seja o único momento que lembrará e assumirá o que foi na vida. (Agora, entre nós: será que no final da oitava temporada Dexter morrerá sozinho abraçado com sua caixinha?) Continue lendo


Um brinde ao dia da música

Imagem retirada do site Festival Música do Mundo

Olá Taverneiros, pegando o embalo do post anterior, escrito pelo nosso amigo e Taverneiro Lessandro, convido a todos para fazermos um brinde (com cerveja) ao dia da música, que é comemorado hoje, 22 de novembro.

Salve a música, que nos emociona, enche de alegria e às vezes de tristeza. Que nós faz sorrir, dançar e nos divertir. Já pensaram como seria nossa vida sem música? Para Nietzche “sem a música, a vida seria um erro”.

Para mim, sem música a minha vida seria como um prato de comida sem sal, não teria o menor gosto, afinal “música é arte de manifestar os diversos afetos da nossa alma mediante o som”.


Novo estudo diz que beber cerveja evita desenvolvimento de doenças cardíacas

Olá taverneiros e cachaceiros de todo o Brasil! A notícia para os nossos clientes é boa! Um estudo publicado na revista European Journal of Epidemiology, mostra que a cerveja, assim como o vinho, pode trazer benefícios para o corpo se consumida com moderação. Essa notícia foi veiculada no site uol.com no dia 17/11/11. Quem quiser conferir a notícia completa: http://migre.me/6bh5U

Inclusive, o estudo diz que a cerveja é melhor que o vinho: “Segundo os pesquisadores, a cerveja traz mais benefícios que o vinho por conter mais água, ajudando a evitar que se beba em grandes quantidades.” Boa notícia para os taverneiros cervejeiros, então agora é encher a cara de cerveja? Calma lá, assim como o vinho, para a cerveja ser saudável é necessário moderação, muita moderação. A notícia explica: “Os pesquisadores explicam que beber moderadamente significa um copo por dia para as mulheres, e dois, para os homens.”

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Stalker: um tema mamilístico

Os termos #stalker e #mamilos são decorrentes de uma #vidaweb2.0 que #todosvive, #curtindo a vida alheia, separando os amigos em #listas de prioridades e privacidades, convidando para #eventos que nunca existirão ou até dando #unfollows nos que #floodam sua #timeline com textos #kibados da internet ou com #tweets ou posts recheados de hashtags (#), como esse.

Essa vida de redes sociais que mistura atualizações de Twitter, Facebook, Orkut, Foursquare é movimentada por assuntos polêmicos que aterrorizam uns e divertem outros, um desses assuntos é a “nova profissão” internética: os stalkers.

Os stalkers são os “profissionais”, na grande maioria não remunerados, que vivem a vida de @alguém, farejam e perseguem cada passo virtual, às vezes real, da(s) pessoa (s) alvo (s) que já fez parte do seu mundo, ou que farão ou que jamais estarão por perto, porque na realidade se odeiam (!).

Confuso? Não. Muito mais simples do que se imagina. Stalker pode ser definido como a @tiafofoqueira do primeiro andar que vive de olho em quem entra e sai do prédio e, quando está afim de novidades quentes, vai até o @porteiro no final da tarde colocar as atualizações em dia; não necessariamente para espalhar, mas sim observar, acompanhar ou farejar @alguém.

Eu nunca me importei com tais farejadores, nem com a @tiafofoqueira, nem com os antenados no meu feed de notícias. Deixo as atualizações públicas, sem cadeadinho, sem separação de amigos, amigos de amigos ou blocks, para ser sincera até facilito a vida stalkeana, por dois motivos: Continue lendo


11/11/11 – O que você vai fazer nessa data “especial”?

Olá taverneiros de todo o mundo! Amanhã (aqui no Brasil) será dia 11/11/11, uma coincidência do calendário, mas estava eu a cogitar o que os taverneiros ouvintes e leitores de nosso blog e podcast irão fazer, resolvi então criar essa enquete, a pergunta é a seguinte: O que você irá fazer no dia 11/11/11? (caso você visualize depois da data responda o que você fez.)