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Estréia em São Paulo a peça Meu Amigo Raul

MeuAmigoRaul

A ideia deste espetáculo surgiu no camarim de um show de Raul Seixas em 1983 na Sociedade Esportiva Palmeiras, em São Paulo, numa conversa entre Sylvio Passos, então fundador/presidente do fã-clube oficial de Raul Seixas, o Raul Rock Club, e do produtor e ator de teatro Ton Crivelaro.

“Depois de anos, nos encontramos em Campinas, num show do músico Agnaldo Araújo, e resolvemos retomar o projeto”, explica Sylvio.

“Foi fantástico, contar a vida deste grande ídolo e trabalhar com pessoas que além de fãs, também são ótimos músicos e atores”, completa o Diretor Ton Crivelaro. “O resultado foi um espetáculo emocionante!”.

A peça mostra um escritor (Sylvio Passos) que enquanto escreve um livro sobre a vida do cantor, comenta passagens vividas pelos dois.

ELENCO:
Sylvio Passos, Jota Peron, Agnaldo Araújo, Bete Bastos e Putos BRothers Band
Iluminação: Camila Guinatti
Cenografia e figurinos: Teatro de Pano e Jota Peron

Espetáculo: MEU AMIGO RAUL
Texto e direção: Ton Crivelaro
Direção musical: Agnaldo Araujo
Assessoria histórica: Sylvio Passos
Gênero: Musical
Classificação: Livre

Onde: TEATRO EVA WILMA
Rua Antonio de Lucena, 146
Tatuapé
Fones: (11) 20901650 e 22938766

Quando: 07, 08, 09, 14, 15 , 16, 21, 22, 23 de junho
Sexta feiras as 21:30 horas
Sábados as 21:00 horas
Domingos as 19:30 horas

Ingressos: R$40,00 inteira
R$20,00 estudantes
R$15,00 antecipados até um dia antes e sites de vendas coletivas.

Fã Page
http://www.facebook.com/MeuAmigoRaul

Grupo Discussão
http://www.facebook.com/groups/meuamigoraul

Speaker Deck
https://speakerdeck.com/spassos/meu-amigo-raul


Podcasts funcionando!

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Boa diversão =D


A criança, a jovem, a velha e o mistério.

Quando tempos difíceis ou dias chuvosos aparecem você dá a eles toda a sua atenção? Se você é como a maioria de nós, você o faz. Nada é sempre o que parece. O que parece ruim hoje, pode vir a ser uma bênção amanhã. Iyanla Vanzant ♥

O vazio em dia chuvoso em Paris (e a beirada do meu guarda-chuva)

Antes eu era criança. Hoje sou jovem. A minha idade não importa em nada. Antes eu era criança e hoje sou jovem, pois ainda não sou adulta o suficiente para abandonar toda e qualquer insensatez. Ainda não cresci para deixar de viver a aventura. Ainda não virei gente grande em um monte de questões. Nem abandonei a franqueza.

Algo está mudando, como sempre esteve. Do que tenho, tudo, muito já me faltou e do que tive, não tenho mais. Os significantes variam. O sentido é o vazio (e o movimento). Algo está mudando, como sempre esteve. Diferente é que agora eu vejo, sinto e reconheço o passar do tempo. (E respeito!) Quando era criança, me pensava jovem e achava que seria jovem para sempre: eu nem queria saber o passar do tempo… Agora que sou jovem sei que um dia deixarei de ser assim; o que atesta a minha juventude. Eu ser jovem não tem nada a ver com aparência física. Eu queria nunca deixar de ser jovem, mas vou. Algo está mudando, como sempre. Algo grande e estrutural se despede de mim, pedindo que eu sinta o prazer de estar bem aqui, enquanto o lobo não vem. Enquanto a morte não vem. E me gratifica por saudar a morte com alegria. Pois este é o pedido do tempo.

Quando eu for velha, serei sábia. Terei desaprendido a insensatez por excesso de calma. Terei esquecido a fome de viver. É que quando eu conseguir ser velha eu vou saber que o passar do tempo é a grande dádiva da vida. Quando a hora chegar o meu coração vai estar tão grande que o sentimento do mundo vai me sentir. E a necessidade de existir que ora percebo será desapego.

Eu, com os pés no chão, ainda jovem

As estruturas que perco me fazem ainda mais livre. Enquanto posso, ouço o silêncio confortável de não estar experimentando um vôo. Meu coração se agita quando o cérebro rememora o chão fora dos pés. Temo a Deus, mais nada. Das máscaras que caem eu me despeço com lágrimas rituais. E o peso do meu coração cria asa.

(24/10/2012)


Com chapéu, sorriso e sem pressa!

Eu, meu chapéu e meu sorriso em Paris.

Ao passear o chapéu que ganhei em Paris por Três Pontas, penso que ele talvez tenha mudado de função. Aqui, eu o uso sobretudo para proteger minha cabeça e meu rosto do sol. O sol de lá era tão brando… E mesmo com vento eu usei o chapéu. Lá ele chegou para compor o visual, toda romântica eu estava, simplesmente por estar ali. Passeava me sentindo bem por estar em Paris. O chapéu pareceu perfeito para o meu estado de espírito! Eu adorava aquele anonimato sem fim, aquele vazio pronto para virar criação. E o chapéu me levou a encarnar múltiplas personagens. Pura epifania. Mas aqui a coisa mudou de figura.

Eu, meu chapéu e meu sorriso em Três Pontas

Vejam: em ambos os lugares o chapéu e o sorriso expressaram a alegria, o contentamento que sinto por estar viva e por ser mesmo assim. Hoje, por exemplo, eu o coloquei para ir caminhando para uma aula que era longe da minha casa (e a distância eu a calculei em termos do tempo em que o sol estaria sobre a minha cuca) e quando cheguei ao meu destino, adivinhem? Semana do saco cheio, no classes! Sorte que eu tinha o chapéu me protegendo do sol e do mau humor! De uma caminhada aparentemente infértil de chapéu sob o sol fui levada a resolver um probleminha com o celular que havia dias estava – digamos – me estorvando (ai que palavra boa!) com coisas mínimas facilmente resolvíveis e que a gente insiste em procrastinar.  A loja  salvadora da pátria dos problemitos estava em meu caminho. Acaso?

Gosto de ter vida lúdica de caminhante. E de me forçar a ter um estilo de vida mais simples, pois sei que cedo fácil a certos apelos consumistas. (Ainda.) E à pressa. Sim, um carro seria legal. Mas não quero ceder a isso. Ainda não. Essa não é uma real necessidade e poderia atrapalhar, por ora. Deus sabe o que faz- E quando e aonde faz também. (Ele ter me feito, e em Três Pontas, por exemplo, não é mera coincidência. E, quanto ao quando, tampouco!). Há tempo para tudo sob o sol. O tempo hoje pediu chapéu e sorriso e um dia pedirá carro. Acho. Tudo devagar.

Com chapéu, sorriso e sem pressa!

O tempo hoje também pediria bicicleta, mas a minha alguém me pediu e eu emprestei. Então fui assim mesmo para a aula que nem teve: caminhando com chapéu, sorriso e sem pressa!

Namastê e muito bom humor para todos os seus dias!


Salve, Salve nosso querido Raulzito

A semente que ele ajudou a plantar já nasceu… Viva a Sociedade Alternativa!”

VIVA, VIVA!! O homem nasceu livre, por isso faz o que tu queres há de ser tudo da Lei! A LIBERDADE, essa é a nossa Lei e a alegria do mundo.

Cada homem e cada mulher é uma estrela, cada ser humano é único, por isso é preciso respeitar a individualidade do ser e o curso natural da vida… pois se uma estrela há de brilhar, outra então tem que se apagar. Quero estar vivo para ver o sol nascer, a geração da luz e a esperança no ar. Sei que não chegou a hora de se ir embora é melhor ficar… Eu sou o Início, o Fim e o Meio.

Conta a lenda que Raul certo dia encontrou o senador da república, na época Tancredo Neves, em um aeroporto, e foi logo dizendo, obviamente bêbado: Senador eu tenho a solução para o Brasil, vamos alugar a porr@ toda!” IRREVERÊNCIA, INQUIETUDE, REVOLTA, CORAGEM, CRIATIVIDADE, DUALIDADE, UNIDADE, FRATERNIDADE, AMOR, MUSICALIDADE, ARTE, ESPIRITUALIDADE, ALMA-MENTE-CORPO, HOMEM, DEUS, VIDA.

O Maluco Beleza, a Metamorfose Ambulante não se foi, depois de ultrapassar a barreira do SOM ele deixou suas impressões digitais, suas músicas e toda a sua energia plantadas aqui no Planeta Terra. Depois disso pegou um disco voador e saiu por aí na velocidade da LUZ a descobrir novas galáxias, estrelas e explorar uma nova dimensão do ser.

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